"Quando você estiver com raiva me mande ir embora, mas depois me ligue dizendo que se arrependeu e de que tudo que você precisa sou eu. Sorria olhando nos meus olhos, mas depois desvie o olhar, prometo te puxar para perto de mim e te beijar. Saia para outros lugares, se divirta com seus amigos, mas depois sussurre no meu ouvido que os lugares são melhores comigo. Diga que me ama e então eu te mostrarei que eu amo muito mais."
indirect:
"_ Oi
_ Oi
_ Você esta bem?
_ Sim e você?
_ Não.
_ Porque?
_ Sei lá.
_ Tem que ter algum motivo para não estar bem.
_ E tem …
_ Então me diz.
_ Mas o motivo se foi.
_ Como assim?
_ O único motivo que me fazia sorrir foi embora, entendeu agora?"
indirect:
"Eu posso te ensinar a dançar e fazer-te largar um pouco o computador. Posso passear com você aos domingos e levar-te no bar nos sábados à noite. Eu posso beber com você e andar torto depois de vários e vários copos. Eu posso brincar com você, e te irritar ao máximo, fazer você chegar ao ponto de querer me bater. Eu posso te provocar e te fazer muito ciúme. Eu posso fazer você sentir minha saudade - ou não -. Eu posso plantar uma rosa com você, no nosso jardim. Eu posso te comprar um sorvete e uma aliança pra representar a nossa união. Eu posso te encher de carinhos e de palavras bonitas. Eu posso fazer a poesia virar parte do seu dia-a-dia. Posso fazer você me entregar flores com bombons na segunda de manhã. Nós podemos sair e comer um cachorro-quente na madrugada de sábado pra domingo. Nós podemos nos amassar na cama, debaixo do edredom. Eu posso tomar um chocolate quente com você quando estiver frio. Posso te abraçar e te dar proteção em meus braços. Eu posso te beijar quando precisar, e enxugar suas lágrimas se for preciso. Eu posso ir à luta com você e vencer todas com você. Eu posso te comprar roupas e te dar muito amor. Eu posso te dar o meu coração, mesmo com o anseio de machucá-lo. Eu posso te mandar mensagens de madrugada dizendo “eu te amo”. Eu posso fazer uma surpresa imensa no seu aniversário, e te dar um presente maravilhoso. Eu posso te levar pra viajar a Paris ou Londres. Eu posso te pedir em casamento e fazer O casamento. Eu posso te querer muito, e renovar esse “querer” todos os dias. Eu posso construir o nosso amor e escrever a nossa história. Eu posso te fazer feliz - ou não -. Eu posso te dar tudo. Eu posso fazer tudo por você… Só não posso fazer você me amar."
Alugue Felicidade, Tudo, menos me amar.” (via
agonizei)
indirect:
"Ria pra mim, ria de mim, ria comigo. Das minhas piadas, do meu jeito, dos meus defeitos. Ria do que quiser, mas sempre me dê um sorriso."
indirect:
"Estranho foi perceber que passar madrugadas no computador já não era tão interessante, que ter noites mal dormidas não melhoraria nada. Perceber que aquela bagunça do meu quarto tava começando a me irritar, e que cada dia mais eu queria ter total privacidade. Estranho foi ver que aquelas músicas de amor deprimentes já não me faziam mais a cabeça e que eu comecei a me sentir independente, não senti mais a necessidade de outras pessoas na minha vida. Poderia e na maioria das vezes preferia ir sozinha aos lugares. Me senti mais adulta e ao mesmo tempo uma criança indefesa, parei de ter paranoias com cabelo desarrumado e se a minha roupa estava impecável. Parei de me preocupar com as opiniões alheias e comentários. Comecei a dar preferência para roupas largas, esqueci a maquiagem e a chapinha. Me senti leve, livre, em paz. Sem ter a necessidade de ser artificial pra chamar a atenção. Preferi o silêncio, a escrita e os abraços. Me senti completa de todos os jeitos possíveis. Aprendi a ser mais paciente e não me irritar com pouca coisa. Dei mais atenção a coisas que nem percebemos no dia-a-dia, por exemplo, um fim de tarde, a cor do céu e como é bonito com ou sem nuvens. Até meu jeito de escrever mudou, antes eu escrevia de uma forma desesperada, quase que querendo gritar para o mundo, mais especificadamente para alguém o que eu sentia. E agora não, agora eu escrevo porque gosto, porque me trás leveza, não por desespero ou necessidade. Não me culpo por algo dar errado, deixo fluir, deixo acontecer de verdade. Comecei a me dar preferência, a cuidar mais de mim invés de cuidar dos outros. Comecei a me preocupar com quem eu era invés de me preocupar com o reflexo do espelho. Me senti bem independente da situação. Porque agora eu sei que eu sou capaz de qualquer coisa e ninguém vai me impedir de conseguir. Vi que eu sei ser sozinha e sei ter companhias, sei fazer alguém feliz e sei fazer disso a minha felicidade. Aprendi a sentir satisfação comigo mesma. Aprendi a não deixar nada nem ninguém me abalar, aprendi a não depender dos outros. Aprendi que ninguém vai ser feliz no meu lugar e que se eu não fizer nada por mim, ninguém vai fazer. E nessa eu vou vivendo a minha vida, sem me preocupar com os outros, com o que eles vão pensar ou falar. Aprendi a me valorizar, a não me achar pior ou melhor que ninguém. Agora vivo pra me fazer feliz e cuidar de quem eu amo, de quem merece."
indirect:
"Não posso te mudar, não posso fazer você se adequar aos meus desejos. Você é o que você é. E eu, bem, eu sou apaixonado pelo que você é. Não por aquele que eu muitas vezes quis que você fosse."
indirect:
"Mesmo que doa, a saudade é uma prova de que valeu a pena."
indirect:
"Dar é dar. Fazer amor é lindo, é sublime, é encantador, é esplêndido. Mas dar é bom pra cacete. Dar é aquela coisa que alguém te puxa os cabelos da nuca, te chama de nomes que eu não escreveria. Não te vira com delicadeza, não sente vergonha de ritmos animais. Dar é bom. Melhor do que dar, só dar por dar. Dar sem querer casar, sem querer apresentar pra mãe, sem querer dar o primeiro abraço no Ano Novo. Dar porque o cara te esquenta a coluna vertebral, te amolece o gingado, te molha o instinto. Dar porque a vida é estressante e dar relaxa. Dar porque se você não der para ele hoje, vai dar amanhã, ou depois de amanhã. Tem pessoas que você vai acabar dando, não tem jeito. Dar sem esperar ouvir promessas, sem esperar ouvir carinhos, sem esperar ouvir futuro. Dar é bom, na hora. Durante um mês. Para os mais desavisados, talvez anos. Mas dar é dar demais e ficar vazio. Dar é não ganhar. É não ganhar um eu te amo baixinho perdido no meio do escuro. É não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer te abduzir. É não ter alguém pra querer casar, para apresentar pra mãe, pra dar o primeiro abraço de Ano Novo e pra falar: “Que que cê acha amor?”. É não ter companhia garantida para viajar. É não ter para quem ligar quando recebe uma boa notícia. Dar é não querer dormir encaixadinho. É não ter alguém para ouvir seus dengos. Mas dar é inevitável, dê mesmo, dê sempre, dê muito. Mas dê mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, uma chance ao amor. Esse sim é o maior tesão. Esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas as crises e faz você flutuar."
indirect:
"E para que possa ser feliz, apaixone-se todos os dias, por você mesmo!"
indirect: